terça-feira, 6 de julho de 2010

Em queda livre!

Sente se a chegada do dia que o povo tanto espera. Já se ouve ao longe os festejos dos mais afortunados. Se meu chefe me deixar, se a minha doença nao me matar, se o tempo nao me fechar em casa, então sexta feira será o meu dia. Lançarei me do alto, vingarei me do capsulamento, deixarei para trás o que quero e vou festejar até cair. Até que o vinho acabe, até que as pernas doam, até que o dinheiro se esgote, até ser dia, até me expulsarem, até querer.
Sigam me quem quiser, fique quem achar. Eu vou.
Em contagem de crescente para o desatino.

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