sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Senhor professor!!


Hallo!!

Bem, antes de mais gostaria de avisar os mais sensíveis a coisa dramáticas, que então este post não é o mais indicado para fazer a leitura. Aviso também toda e qualquer pessoas que se encontre numas situação de depressão, esgotamento, tristeza ou qualquer outro distúrbio mental leve ou médio, que o melhor a fazer neste preciso momento da leitura é parar de ler, desligar a net e ir tomar o medicamentos e enfiar se na cama pois mais adiante virão situações reais chocantes.


Bom, antes de começar com a historia em si gostaria de me apresentar. Sou o Diogo (nome fictício) tenho neste preciso momento 20 anos e estudo enfermagem na universidade dos Açores( fictício). Todo o meu percurso até aqui foi agradável, fazendo com que me considere numa pessoa bastante sortuda. Como todas as pessoas tenho os meus defeitos (fictício) e virtudes (real), os quais considero estarem em equilíbrio, tornando me assim num rapaz simpático, generoso, honesto, justo e altruísta.

Embora todo este leque de bons valores e boas praticas, fui hoje vitima das piores atrocidades que alguém pode ser submetido em toda a sua vida.Passou á relativamente pouco tempo ( à duas horas atrás para ser correcto) e o meu agressor psicológico foi nada menos nada mais do que um puto com aproximadamente 9 anos. Passo a explicar. Um dos meus grandes menos é realmente uma dias envelhecer e apodrecer, acho que isso ninguém quer, mas eu aceito, vivendo a vida mais intensamente para compensar. Bem, sai eu do autocarro e como sempre segui meu caminho, calculando e preocupando me com o que ia fazer depois, perguntar a mim mesmo se ia sair á noite ou não, se ir dar um passeio enfim coisas que costumo fazer. Certa altura e perdido no meu pensamento, estava eu passando em frente a uma escola, cujo portões e muros são feitos de gradeamentos sendo visível o recreio onde todos os putos daquela escola primaria se encontravam no momento pois era intervalo. Lá distraído no meu caminho, sem ligar nada aos berros dos putos e ao bullyng lá praticado, ouço derrepente um vozinha, que ainda a ouço na minha cabeça, a gritar na minha direcção e que berrou em tom de contente: " Ehhh porfessô". Olhei po puto e este acenava pra mim.....olhei para trás para confirmar se existia mais alguém ali...nada. Era eu o "professor". Fiquei em estado de choque, em que raio pensou o puto para me chamar de professor? Nem tenho idade suficiente. Que fiz eu para merecer ser tratado assim. Mas olhei po puto com cara de " eh? não tas bom dos cornos. parece que não viste os patinhos ontem" mas depois reparei que ele devia ter pelo 9 anos e ainda estava na 4º classe. Foi ai que cheguei á conclusão que ele era burro como sei lá o que. Eu com 9 anos estava acabando o 12 ano ( sempre fui sobre dotado e dos 9 anos até entrar na universidade tive num retiro religioso porque o Papa actual pediu me uns conselhos..mas isso são outras historias) e a partir dai fiquei descansado, ri me com pena dele, e andei. Fui superior ao puto. Ele não me conseguiu por em baixo. Ganhei mas isso deixou me preocupado. Hoje foi ele amanha poderá ser outro. Ninguém está livre. Agora até tenho receio de voltar a passar por ali de novo, quem sabe o que eles são capazes. Derrepente ainda me chamam de avô, ou então fogem de mim a gritar " o velho vem ai". É duro, mas é real!!

¡Adiós compañeros!

Á velocidade da luz!


Buenas Tardes


Ora viva. Sei que há muito que não venho aqui escrever alguma asneira que derivou de algum pensamento meu numa hora e situação perfeitamente absurda mas, estou doente, gripe forte da cabeça aos pés á qual sou mais forte e mesmo desmaiando pelos cantos da escola lá ia eu assistir ás aulas das 8:30 ás 17 embora anteontem tenha sido "expulsado" por uns professores devido a não estar em condições ( desmaiado num banco). Contudo isto, já me encontro em recuperação (auto medicação resulta, mas tem de se estar a estudar enfermagem ou medicina há pelo menos 2 anos) e penso que a minha falta aqui não tenha causado transtornos ou depressões aos "fãnaticos" do meu blog. Mas não venho falar disto, fica para outra altura.


Bem, nesta fase transitória da minha doença ( ainda com tosse e algumas dores no corpo) aceitei um convite de um familiar meu para ficar uma noite acordado a guardar lugar numa fila para comprar uma coisa num sitio que agora não interessa. Então fiquei eu das 23 horas da noite até ás 8:30 do dia seguinte ali em pé conversando com os outros malucos como eu e rapando frio de corno como é óbvio. Não sei porque cargas de agua nunca me deu sono e enquanto os outros lá "descansavam" deves enquanto eu sempre lá espetado fiquei. Pronto, 8:30 da manha finalmente chegou e sentia me com pica para mais 3 dias seguidos....não ia pra casa aquela hora...nem pensar, então decidi ir ás aulas, apeteceu me. Quando acabou as aulas, e vendo bem já faziam 18 horas em pé e com a agravante doença, minha cabeça começou como a pensar muito depressa, 180 á hora, tanto vinha como ia. Até chegar a casa lembrei me de montes de temas de coisas interessantes para desenvolver aqui no blog mas lá se foram perdendo pelo caminho. Foi ai que pensei ( pensei não, raciocinei. Porque toda agente pensa como o macaco que olhou para fruta numa árvore e pensou:" fruta" mas depois raciocinou e disse: " a fruta está na árvore que é alta e eu não voo" e assim nasceu o trampolim. quando o macaco pulou no trampolim e caiu no chão inventou logo seguir o colchão. Isso é raciocínio, mas fica para outra altura) porque raio não tenho uma escrivão dentro da minha cabeça que regista todos os meus pensamentos, todas as minhas falas e todas as minhas ideias e depois podíamos ler ao fim de cada semana para nos rimos um bocadinho, ou então umas espécie de memória RAM ou talvez um office instalado na moleira pa fazer uns "saves" daquilo que agent diz? Arai inventamos tanto coisa e somos tão espertos, mas ao mesmo tempo temos uma memoria tão selectiva e tão restrita que mal nos lembramos daquilo que comemos terça feira passada. Assim acabava se com o alemão Alzheimer e sempre que a nossa namorada viesse com aquelas perguntinhas do género:" ahhh sabes que dia á hoje?" ou então " lembras te da cor da peúga do meu pé esquerdo do dia em que começamos?", podiamos responder confiantes, porque era só fazer um retorno de memória e já está.


E é isso :D


¡Adiós compañeros!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

630720000 segundos,10512000 minutos, 175200 horas,7300 dias, enfim 20 anos.


E assim se chega a um grande patamar da minha reles vida. Fico contente por ter chegado até aqui, fico contente por tudo o que recebi e perdi até esta data, fico feliz por tudo o que experienciei e por tudo aquilo em que me tornei. Espero que as próximas duas décadas não passem tão depressa como estas duas mas que sejam tão ou mais preenchidas que as por mim já passara. embora sinta constantemente aquele aperto que me diz " 20 anos e ainda não fizeste nada de jeito". Pois é ainda não fiz. Ainda estou a estudar e a amadurecer para isso. Quando for feito será bem feito. Ah também queria aproveitar o espaço para agradecer a todos os meus amiguinhos e amiguinhas e por todas as suas mensagens queridas e por todos os beijos, abraços, comments, pancadinhas nas costas, cafés oferecidos, ofertas, mimos enfim. Obrigado ao ultimo a dar os parabéns por ainda se ter lembrado no dia certo e obrigado ao primeiro por se ter lembrado primeiro do que todos. Embora seja um dia igual aos outros todos é bom fazer anos. Trás vantagens como, ninguém discute connosco, temos sempre razão, nas filas de espera até tenho maior prioridade do que gravidas. Todos toleram por um dia....obrigado por isso.

Das coisas más ou péssimas e há quem diga horríveis de fazer anos, encontra se no facto de se ficar mais velho. Pois é. Sou do tipo de pessoas que quando tiver muitos cabelos brancos irei entrar em stresse. Não quero ser velho, o vovô, o cota de alguma casa, o chato antiquado. Preferia ser sempre o Magrim do costume......( tou ouvindo todos os velhotes a dizerem na minha cabeça:"ahhhh pois éééééééééééé´") Enfim, mais virão....ou não. Cá esperarei. Obrigado