Como já não havera contado, José Sem Nome é um lenhador de flores e que toda a sua vida de nomada foi vivida exactamente ali onde se desencontrava desde sempre. Já seu padrasto biologico, avô parteno do lado da mãe e bisavô de alguém, não tinham vivido ali mas sim num penhasco descaido que se encontrava 30 metros á frente.
Desde sempre que sua linhagem matinha a arte de ser lenhador de arvores e sempre com muito orgulho em prestar um serviço que ninguem cobrava nada. Mas, José Sem Nome desde crescido que sempre foi desconsiderado a ovelha branca da familia pois seu comportamento calmo e sereno não era visto com muitos maus olhos. Lembra se perfeitamente do pai insistir constantemente em que ele pega se num machado e fosse cortar uma boa arvore toda enrrugada e seca que se encontrava mesmo há saida da porta mas José Sem Nome sempre respondia num tom calmo e com os olhos esbugalhados de espanto: "Mas é o Tetravô!!"
Desde sempre que sua linhagem matinha a arte de ser lenhador de arvores e sempre com muito orgulho em prestar um serviço que ninguem cobrava nada. Mas, José Sem Nome desde crescido que sempre foi desconsiderado a ovelha branca da familia pois seu comportamento calmo e sereno não era visto com muitos maus olhos. Lembra se perfeitamente do pai insistir constantemente em que ele pega se num machado e fosse cortar uma boa arvore toda enrrugada e seca que se encontrava mesmo há saida da porta mas José Sem Nome sempre respondia num tom calmo e com os olhos esbugalhados de espanto: "Mas é o Tetravô!!"
Posto isto, e já farto da insistencia descontinua do padrasto biologico, José Sem Nome decidiu então que seria altura de mudar de clima e fez as malas que não tinha e foi se embrora de casa. Pelo que pareceu ningeum sentiu sua falta a não ser sua mãe parterna, pois lembra se ainda de a ouvir berrar baixinho:" Zéeee, Zéeee, óH Zéeeee esqueceste te de arrumar o quarto". Nem por isso José Sem Nome deixou se ficar contente e continuou a sua longa viagem á procura de um espaço perfeitamente desadequado. Trinta metros há frente José Sem Nome parou para ficar de pé e descansou por um pouco da longa viagem, e foi ai, que José Sem nome olhou em redor e reparou na longa planicie de mar que se desencontrava ao seu lado esquerdo e do lado direito vistava se perfeitamente mal uma enorme montanham. Aquele sitio fazia o esquecer a sua casa e assim decidiu desmontar a sua cabana ali mesmo.
Embora José Sem Nome não quisesse ser lenhador, ali pouca escolha tinha, não apanhava tv por cabo e tinha se esquecido da sua playstation em casa dos seus pais, deixando sem mais minima hipotese de escolha, levando a que José Sem Nome a tornar se num lenhador num prado de flores e recentemente salvador de moças de cabelos brancos, a qual José Sem Nome ainda não haveria esquecido de todo.
ps: o resto da saga "José Sem Nome" está em um post mais antigo com o titulo de "Ehm?"

1 comentário:
eu conheci fou a história d um josé31...mt diferente dessa..lol*
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