
Algures aqui numa terra onde toda agent aparenta desconhecer, havia talvez um homem meio bixa chamado José Sem Nome. José Sem Nome era alto com um metro e cinquenta e três, robusto como uma gazela e sua grande barba era pouco mais doque penugem. Ele vestia tal qual um nu e era lenhador num prado de flores. No momento já apresentava idade avançada mas pouco incerta, talvez entre os 20 e os 23. Quando era pequeno, há um ano atrás, havia ficado cego do olho que não via quando foi docilmente atacado por um mosquito enrraivecido. Juntamente com a cegueira, josé sem nome apresenta também um normal manquejar que aparece quando o tempo fica mais frio, entre os meses de agosto e setembro, mas em que nada impede José Sem Nome.
Num belo dia chuvoso, com o sol raiando no alto, José Sem Nome saiu de fora de casa, como qualquer outro dia de trabalho descansado, com o seu fiel machado de papel. Ia ele apressadamente descansado pelo meio das flores, procurando uma boa arvore, quande se deparou lá no longe com um mulher meio bixa linda como uma rocha quebrada. A moça de cabelos brancos, estava erguida no meio do chão com um ar palido como tomate. José Sem Nome como bom homem que não é foi a andar acudir a rica moça. Ali muito podia fazer por ela mas decidiu arrasta la até perto da sua casa para pedir ajuda ao vizinho que não tinha. A meio do caminho e para espanto de José Sem Nome, a velha moça serenamente despertou arregalada ficando depois muito descansada por não saber onde estava, simplesmente murmurava berrando a palavra "casa" apontando com os olhos para um castelo de madeira que se erguia lá bem alto na base da montanha que se via prefeitamente mal dali onde se encontravam. José Sem Nome decidiu então acompahar a moça até meio do caminho pois o dia já ia bem avançado e o sol acabara de nascer e ainda não tinha encontrado boa madeira para queimar na lareira que não tinha para assim o aquecer nos dias quentes de agosto. No meio do caminho, José Sem Nome despediu se da moça dizendo "olá" e deixou a caminhar sozinha os longos dez metros que faltavam até ao grande castelo de madeira e voltou ele á sua incessante descansada busca por madeira.
Fim do começo!!
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